



Fotos Thiago Piccoli
O que é
|
FotoImagens do Circusa noite que o macondo nunca mais esqueceráPostado em domingo, 6 de dezembro de 2009, às 7:50 am.Autor: loud.or.titi
Fotos Thiago Piccoli “o melhor show da black drawing chalks de todos os tempos” victor rochaPostado em domingo, 6 de dezembro de 2009, às 4:18 am.Autor: andressaquadro Os guris de Goiânia detonaram no último dia de Macondo Circus! O show era um dos mais esperados da noite e com um som que mistura diversas influências, o grupo correspondeu às espectativas dos fãs. “Existe coisa melhor que bebida e mulher?” declarou o baterista Douglas de Castro sobre as inspirações ao escreverem as letras. A banda já participu de importantes festivais de música indepentente como Goiânia Noize Festival (GO), Bananada (GO), Porão do Rock (DF), PMW (TO), Volume Festival (MT) UdiRockScene (MG), Rock in Sopa (GO), Vaca Amarela (GO) e agora, pela primeira vez no Rio Grande do Sul, adiciona o Macondo Circus ao currículo.
Foto: Pablo Zambeli Repercussão nacional Os jornalistas e fãs Mell Helade e Thiago Piccoli, da revista Noize de Porto Alegre, contaram que a edição de dezembro da revista foi atrasada em função da vinda da Black Drawing Chalks à Santa Maria. “Vamos fazer uma reportagem especial com a banda por causa da repercussão e qualidade do som deles no cenário musical brasileiro” disse Mell. A qualidade foi confirmada durante os 50 minutos em que os guris estiveram no palco do Macondo Lugar. Músicas como “My favorite way” e “I’m a beast, I’m a gun” fizeram o público dançar e pular.
Foto: Pablo Zambeli Santa Maria faz parte da história da banda. O vocalista e guitarrista, Victor Rocha, contou que participou do encontro nacional dos estudantes de design, o N Design, que aconteceu em 2004 em Santa Maria. A ideia de criar a banda surgiu nessa época “O N Design de Santa Maria mudou a nossa vida!”, declarou Victor. O nome da banda, que significa “carvões pretos para desenhar” (um tipo de material para desenho) foi criado também quando ainda eram estudantes.
Foto: Fernanda Bona “Falem bem ou falem mal, mas falem com sinceridade”Postado em domingo, 6 de dezembro de 2009, às 2:42 am.Autor: biancariet Stanley Kubric deve estar se remexendo no caixão. Não por desgosto, mas por estar embalando-se ao som da Dinartes. Apesar do visual à la Clockwork Orange, o som da banda não é ultraviolence. Com influências de rock britânico, dos clássicos ao contemporâneo, os guris de Passo Fundo conseguiram agitar o público que se acotovelava na Casa Verde.
A Dinartes foi a primeira das três apresentações que vão encerrar o Macondo Circus. Ao convocar a galera a deixar sua opinião no site do trio, o vocalista Rodrigo Chaise clamou “Falem bem ou falem mal, mas falem com sinceridade”. E foi com essa sinceridade que eles fizeram uma das apresentações mais aclamadas do Festival. A banda não perdeu tempo quando sentiu a timidez do público. Na última música, o grupo pediu que a galera entoasse um “nanana”, e incitou: “Grita aí, porra!”, ao que o pessoal respondeu em coro.
Texto: Bianca Villanova e Luíza Funck Macondo Circus visto por quem trabalha na PraçaPostado em domingo, 6 de dezembro de 2009, às 2:03 am.Autor: mfjornalss A maior mudança desta edição do Macondo Circus foi a troca do local do evento, que passou da serra e da floresta de Itaara para o concreto e o asfalto do centro de Santa Maria. No meio do movimento provocado por essa migração, estão as 57 barracas brancas na praça Saldanha Marinho. “Aqui são grupos rurais e urbanos. Uma vez ao mês durante uma semana nós viemos aqui na praça mostrar a nossa produção” explica uma das três coordenadoras da feira da praça, Dona Lenita Rozin dos Santos. Os comerciantes ficam ali das 8h as 20h nos dias normais, entretanto tem ficado até as 22h nesses dias de Macondo Circus. Eles vendem peças de artesanato, lanches, horti-frutti e produtos coloniais. E nos ultimos 4 dias, a venda teve um considerável aumento. Lenita diz que a feira funciona como parceria do Projeto Esperança-Cooesperança: “10% do nosso rendimento vai para os projetos do Programa, outra parte vai para a segurança das barracas e outra vai o transporte dos equipamentos conservantes dos alimentos.” foto: Marcelo De Franceschi Nenhum dos feirantes sabia da ocorrência do Macondo Circus mas todos gostaram da supresa. “Teve vendas maiores, principalmente nos lanches. Ontem foi um dos melhores dias.” Garante Nara Dorneles, vendedora de pastéis e sucos. Ela inclusive conta que teve que ir duas vezes buscar em casa mais recheio para o pastel. Um destaque relatado por elas foi a segurança proporcionada pela movimentação na praça. “As pessoas de mais idade se sentem mais protegidas para vir à praça com mais tranquilidade” revela Lenita. Sobre os futuros planos, elas dizem que vão tentar ficar até sexta que vem. Mas o que eles mais querem é que o festival sempre aconteça na praça, como resalta Lenita: ”Dá muito mais público. É mais fácil de vir para o centro do que ir pra Itaara”. Texto: Marcelo De Franceschi Proyecto Gomez encerra o Macondo Circus na praçaPostado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 11:04 pm.Autor: loureirogabriela3
Foto: Pedro Krum Pessoal hipnotizado com o som de Rodrigo Gomez. A atração internacional do Macondo Circus reuniu o público no centro da concha acústica da praça, tanto pelo som diferente quanto por chamar a atenção mesmo. Foi a Proyecto Gomez, banda solo do músico argentino Rodrigo Gomez. Sozinho, ele toca bateria e guitarra, canta e, com auxílio de uma mesa de som, grava tudo ao vivo e reproduz. Pode parecer impossível tanto trabalho para apenas uma pessoa, mas hoje Rodrigo provou que é possível sim, e melhor: soa muito bem!
Foto: Fernanda Bona Rodrigo na guitarra.
Foto: Pedro Krum Rodrigo na bateria. Quem assistia ao verdadeiro espetáculo aplaudiu e se impressionou com o talento do músico. Os elementos das canções aparecem e desaparecem ao longo do tempo através da sobreposição de camadas de cada um. Assim, ele procura construir e desconstruir suas músicas, gravando cada barulho, nota e som instantaneamente. Desde 2002, Rodrigo Gomez já gravou quatro álbuns: “Proyecto Gómez” (2002), “Doble” (2003), “Veremos” (2004) e o último, “Básico”, lançado este ano. Confira mais informações sobre o projeto no myspace do músico. O som eletrônico experimental é bastante diferente do que o público do Macondo Circus estava acostumado a ouvir, mas foi ótimo justamente para o pessoal conhecer um gênero e uma forma de fazer música, e, de quebra, agradou a galera, que aplaudiu o músico efusivamente no final. Mas, não fique triste, o Macondo Circus ainda não acabou! Daqui a pouco o show continua no Macondo Lugar com as bandas Dinartes (de Passo Fundo), Black Drawing Chalks (Goiânia) e Pata de Elefante (Porto Alegre)! Texto: Gabriela Loureiro Eles acreditam no hypePostado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 9:19 pm.Autor: loureirogabriela3
Foto: Lucas Figueiredo Dead Lover’s Twisted Heart no palco do Macondo Circus. A terceira banda do último dia de Macondo Circus animou a galera que estava na praça. Foi a Dead Lover’s Twisted Hearts, de Belo Horizonte. Eles tocam o que poderia se chamar de “folk pauleira”, uma mistura de punk, rockabilly, indie e, é claro, folk. O baixista Velvs e o guitarrista Ivan revezam o vocal enquanto o guitarrista Guto se ocupa de solos caprichados. E a bateria? Fica a cargo de Pati. Sim, Pati, A baterista, característica chamativa super sublinhada no myspace da banda.
Foto: Lucas Figueiredo A mulher por trás da bateria O nome da banda é o título de uma música do cantor norte americano Daniel Johnson. Outras influências da banda são Bob Dylan, Ramones, Franz Ferdinand e Yeah Yeah Yeahs. Além de tocar um som de qualidade e agitado, as letras da banda, em inglês, são curiosas. Principalmente “Hey Babe Have You Ever Been In Hell?” e “All night long“. Depois do show, eles nos conversaram um pouco com a gente sobre a história da banda e a oportunidade de vir de tão longe tocar em um festival no Rio Grande do Sul (pela primeira vez) com muito bom humor e simpatia, como já era de se esperar dos mineiros. Confira em breve a entrevista! Texto: Gabriela Loureiro AMP no palco do CircusPostado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 8:48 pm.Autor: janaalopes Os recifenses do AMP foram a segunda atração da última noite do Macondo Circus 2009. A banda formada por Capivara e Djalma (guitarras e vocais), Dudu (baixo) e Crika (bateria) subiu no palco da praça Saldanha Marinho com o sol a pino e o público ainda se formando. Ao som do rock pesado e fortemente influenciado no stoner rock de Queens of the Stone Age, o público bateu cabeça na apresentação da AMP. Foi um ensaio para mais pancadaria sonora à noite, quando o Macondo Lugar receberá os goianos do Black Drawing Chalks. É o lado feio, sujo e malvado do Macondo Circus 2009. A AMP se formou em Recife, em Pernambuco e já completou dois anos de existência. Eles lançaram o disco Pharmako Dinâmica, produzido pelo gaúcho Iuri Frieberger.
Fotos: Lucas Figueiredo Texto: Janaína Azevedo Aeromoças desembarcando no FestivalPostado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 7:28 pm.Autor: lu.facos
O quarteto de São Carlos (SP) Aeromoças e Tenistas Russas deu iniício às apresentações na Praça Saldanha Marinho nesta tarde de sábado. Pela primeira vez nos palcos gaúchos, a banda formada pelos estudantes de cinema Juliano Parreira, Thiago “Hard” Gonçalves, Gustavo Palma e Nilo Arruda apresentou seu rock vigoroso, com pitadas de sax para a platéia que começou a chegar na praça.
O nome da banda seria uma mistura de estereótipos femininos que os guris de São Carlos consideram atraentes. “A gente queria um nome que atraísse as pessoas para curtir o nosso som”, diz Juliano Pereira, baixista. Apesar de o som da Aeromoças lembrar os metais da Morphine, a banda de São Carlos diz que só faz som instrumental por não conseguir colocar em letras a complexidade dos sentimentos que gostariam de expressar.
Desde a tarde de ontém em Santa Maria, Aeromoças e Tenistas Russas não deixaram sua veia cinematográfica para trás, os guris transmitiram alguns dos lances do Festival para o público do interior de São Paulo. Confira a entrevista com o pessoal da banda logo após o show. Um pouquinho do show que rolou na praça. Mercado de PulgasPostado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 6:57 pm.Autor: liaprocati Cris Mallmann, criadora da grife Petit, é uma das participantes do Mercado de Pulgas que acontece durante os dias do Macondo Circus na Praça Saldanha Marinho. Começou sua produção artística a dois anos com bolsas e roupas inspiradas nos anos 60, sendo que os acessórios mais recentes foram produzidos no último mês. Com o apoio total dos amigos e família, Cris aprendeu tudo o que sabe sozinha, mas pretende ainda cursar faculdade de moda.
Foto: Caroline Moro Texto: Lia Procati cenas da noite anterior (04.12)Postado em sábado, 5 de dezembro de 2009, às 3:11 pm.Autor: loud.or.titi Fotos Thiago Piccoli |