Pinhole: arte, paixão e técnica

Pinhole: arte, paixão e técnica

Na terça-feira, dia 22, a oficina de Pinhole teve seu segundo dia de atividades e melhor ainda, com sol.  A chuva de segunda-feira não chegou a atrapalhar o desempenho dos participantes, mas limitou a circulação.  Foi bacana ver o grupo explorando os mais diversos espaços do campus da UFSM atrás de  imagens. O interesse pela fotografia em sua forma mais rústica não tem nada a ver com uma nostalgia, mas ao contrário, gera possibilidades de treinar o olhar aliada à criatividade e sensibilidade ao se relacionar com a lata.

O interesse pela fotografia em sua forma mais ‘antiga’ não tem nada a ver com uma nostalgia em relação à tecnologia, visto que todos conhecem os meios tecnológicos de fazer imagens, mas ao contrário, gera possibilidades de treinar o olhar junto com a criatividade e sensibilidade. Para um dos oficinandos,  Denis Carrion, a pinhole se mostrou quase que como uma terapia, já que tem que se ter muita atenção e paciência na hora de fazer a fotografia e revela-lá no laboratório.

Engana-se quem acha que a oficina terminou. A turma de oficineiros e oficinandos aceitou o desafio de fotografar pela primeira vez um show,  no caso, da banda Jack of  Hearts na abertura do Macondo Circus no Theatro Treze de Maio nessa quarta-feira.

O resultado da oficina poderá ser conferido no encerramento do festival na exposição fotográfica  ”Pinhole – Projeto na Lata” a partir das 23h do sábado no Macondo Lugar.  E no domingo a intenção é fotografar os shows na Concha Acústica.

 

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