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	<title>Macondo Circus 2011</title>
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	<description>Cultura e Colaboração</description>
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		<title>Calor e música boa na Concha</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 04:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvanad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sol escaldante e muito calor. Mesmo assim, um bom público compareceu à Concha Acústica do Parque Itaimbé no dia 27 de novembro, último dia do Festival Macondo Circus 2011. A Superfusa - banda de rock de Sobradinho/RS &#8211; foi a primeira a se apresentar. Mesmo tocando com sol no rosto,  Ediberto Patta (guitarra e vocal), Daniel Centa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sol escaldante e muito calor. Mesmo assim, um bom público compareceu à Concha Acústica do Parque Itaimbé no dia 27 de novembro, último dia do Festival Macondo Circus 2011.</p>
<div id="attachment_160" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/superfusa.jpg"><img class="size-full wp-image-160  " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/superfusa.jpg" alt="" width="512" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Superfusa, de Sobradinho, animou galera que foi até a Concha.</p></div>
<p>A <a href="http://www.myspace.com/superfusa">Superfusa</a> - banda de rock de Sobradinho/RS &#8211; foi a primeira a se apresentar. Mesmo tocando com sol no rosto,  Ediberto Patta (guitarra e vocal), Daniel Centa (bateria), Caká Rathke (guitarra) e Fernando &#8220;Bigode&#8221; (contrabaixo) mostraram ao público o rock pegado de seus sons autorais. A Superfusa foi formada em dezembro de 2009 e vem se apresentando em festivais gaúchos como FestMalta, Grito Rock e Morrostock. Do Macondo Circus, foi a primeira vez que a banda  participou.</p>
<div id="attachment_162" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/salvia1.jpg"><img class="size-full wp-image-162  " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/salvia1.jpg" alt="" width="576" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Salvia, tocando em casa, &quot;feliz da vida&quot;.</p></div>
<p>Veterana em participações no Macondo Circus &#8211; na <a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2009/salve-salvia/">praça em 2009 </a>e no <a href="http://www.macondocircus.com/2010/?p=1169">Macondo Lugar em 2010</a>, a <a title="Sálvia" href="http://www.salviamusica.com.br/">Salvia</a> sempre leva junto ao palco a  experiência de oito anos de banda e a sintonia com o público local, que dançou e cantou ao som dos reggaes bem conhecidos como &#8220;Barco não anda&#8221; e &#8220;Pacífico&#8221;, que, aliás, tiveram participação especial do ex-baixista do grupo, Pedro Gaiger.</p>
<p>Além das músicas que fazem parte da história da banda, a Salvia também tocou as três músicas do EP, lançado em agosto deste ano, com produção de Marcelo Fruet: &#8220;Moraes Moreira&#8221;, &#8220;Feitiço do Amor&#8221; e &#8220;Feliz da Vida&#8221;, single de 2010 que está tocando nas rádios locais.</p>
<p>Depois de nove músicas, o show teve que ser encerrado devido a problemas com o sistema de som. Apesar disso, Vinicius (vocal e guitarra), Raoni (contrabaixo), Théo (guitarra), Daniel (percussão) e Caetano (bateria)  marcaram, com competência e profissionalismo, mais uma participação no Festival Macondo Circus.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Salvia2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-163" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Salvia2.jpg" alt="" width="512" height="323" /></a></p>
<p>No dia 14 de dezembro, a Salvia encerra as apresentações do ano lançando o EP no Dhomba, em Porto Alegre. Segundo o vocalista, Vinicius Schenini, a meta, para 2012, é produzir e gravar o primeiro CD, além de participar de festivais pelo país. Músicas, ensaios, disposição e energia é que não irão faltar pra isso acontecer.</p>
<p><strong> Texto:</strong> Silvana Dalmaso</p>
<p><strong>Foto:</strong> Jéssica Martini. Mais fotos <a href="https://picasaweb.google.com/macondocircus/Circus20112711MarceloCabalaSuperfusaESalvia">aqui</a>.</p>
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		<title>Opinião de quem entende</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 22:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macondocircus</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Macondo Lugar]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Chagas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma semana, Paulo Chagas (também presente no facebook e do twitter) participava do segundo lançamento de seu livro Coisa de Amador. O Macondo Lugar sediou o evento, que integrou a programação do Macondo Circus. Finalmente, segue o post sobre o livro de Chagas, editor de arte e chefe da diagramação do Diário de Santa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p dir="ltr"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/capa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-158" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/capa-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a>Há uma semana, <a href="http://www.pomadaeletrica.blogspot.com/">Paulo Chagas</a> (também presente no <a href="https://www.facebook.com/pages/Coisa-de-Amador/124619217641439">facebook</a> e do <a href="https://twitter.com/#!/pomadaeletrica">twitter</a>) participava do segundo lançamento de seu livro Coisa de Amador. O <a href="http://macondolugar.com.br/">Macondo Lugar</a> sediou o evento, que integrou a programação do Macondo Circus. Finalmente, segue o post sobre o livro de Chagas, editor de arte e chefe da diagramação do <a href="http://www.diariosm.com.br/">Diário de Santa Maria</a>.</p>
<p dir="ltr">O atraso é grande, mas se justifica. Para acompanhar a linguagem do livro, carregada de metalinguagem, convidamos um de seus personagens para falar sobre a obra. É ele, ninguém mais, ninguém menos que o “Grande Cara Conhecedor das Coisas” que conseguiu uma brecha em sua apinhada agenda, e escreve as linhas que seguem abaixo:</p>
<p dir="ltr"><strong>Prezados Leitores,</strong></p>
<p dir="ltr">Antes de tudo, é uma honra colaborar pela primeira vez com este site, digno de meu talento. Também é importante destacar que não é sem um peso que tenho a tarefa de criticar aquele que me deu vida, e a partir disso, algum prazer ao seu público. Falamos aqui de Paulo Neri das Chagas.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Paulo-Chagas-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-152" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Paulo-Chagas-2-185x300.jpg" alt="" width="185" height="300" /></a></p>
<p dir="ltr">O autor, além trabalhar no jornal Diário de Santa Maria, é um ilustrador incidental. Começou seus primeiros traços profissionalmente - ainda que se considere amador &#8211; no final da década de 1980. Depois de frustrantes passagens pelos cursos de Engenharia e Administração, foi aprovado no vestibular para Jornalismo &#8211; ao se inscrever por engano, pois queria mesmo Publicidade e Propaganda.</p>
<p dir="ltr">A partir desta ‘escolha’ seu destino, com o perdão do trocadilho, estava traçado. Apesar de uma incursão pelo funcionalismo público e outra como auxiliar administrativo de um laboratório de patologia, o grosso de seu trabalho tem sido desenvolvido no jornalismo e em funções afins. Ao se tornar diagramador do Correio do Povo, ainda na primeira metade da década de 90, seu trabalho estaria sempre ligado a uma estética visual. Basicamente, isso só não se aplica às suas empreitadas musicais, como baixista e guitarrista de diversas bandas.</p>
<p dir="ltr">Quem chegou até esse ponto do texto, notou ou irá notar que o livro de Chagas tem um grande pendor autobiográfico. Assim como nos trabalhos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harvey_Pekar">Harvey Pekar</a> com Robert Crumb, Chagas se baseia em fatos de sua vida pessoal para criar histórias. E daí surgem tiradas engraçadas e por vezes melancólicas de um cara que muitas vezes quer trocar o peso e as responsabilidades da burocrática vida adulta pelos prazeres de uma vida rock’n’roll.</p>
<p dir="ltr">São diversos os pontos de fuga do sufocante cotidiano de trabalho e afazeres diários. Um copo de uísque, uma guitarra plugada, um pé no acelerador com Easy Rider na cabeça e até mesmo um singelo urso de pelúcia no meio da multidão são algumas das válvulas de escape da “deprê noir” dos personagens de Chagas. As influências, tanto no traço quanto na temática, são várias: o já citado <a href="http://www.crumbproducts.com/">Crumb</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disney_comics">Walt Disney</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stan_Sakai">Stan Sakai</a>, <a href="http://www.moebius.fr/Site-officiel-de-Jean-Giraud-Moebius---Official-website">Moebius</a>, <a href="http://andreapazienza.it/">Andrea Pazienza</a>, <a href="http://www2.uol.com.br/angeli/">Angeli</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Kafka">Kafka</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joe_Sacco">Joe Sacco</a> deixaram sua marca no trabalho do jornalista e ilustrador.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Paulo-Chagas-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-151" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/12/Paulo-Chagas-1-178x300.jpg" alt="" width="178" height="300" /></a>Nem tudo que está no livro, frise-se, é inédito. Quem acompanha o blog <a href="http://www.pomadaeletrica.blogspot.com/">Pomada Elétrica</a> já conferiu alguns dos trabalhos que estão no Coisa de Amador, principalmente nas sessões <strong>Sketchbooks</strong> e <strong>Vintage</strong>. Nesta última, é possível conferir alguma das estórias publicadas na primeira versão do Pomada Elétrica, um fanzine com única edição impressa. Isso, se não me engano, lá por meados de 1995.</p>
<p dir="ltr">Uma das características de Chagas parece ser uma certa preocupação com a crítica, que o levou inclusive a criar um personagem afim, que surge logo na primeira história. Felizmente o Macondo Circus não optou pelo texto deste personagem, e sim pelo de um mais experiente e ponderado, no caso eu. Fizeram bem. Só é difícil de compreender por que Chagas resolveu acabar comigo. Ou talvez nem tanto. É bem possível que a resposta seja tão simples quanto óbvia: não poderia conviver com o fato de que a criatura superou seu criador.</p>
<p dir="ltr"><strong>Livros com participação de Paulo Chagas</strong></p>
<p dir="ltr">2011 &#8211; <a href="http://guinamedici.blogspot.com/2011/06/obras-encolhidas.html">Obras encolhidas 2</a> (<a href="https://twitter.com/#!/diomarkonrad">Diomar Konrad</a>)</p>
<p dir="ltr">2009 &#8211; <a href="http://guinamedici.blogspot.com/search/label/Eduardo%20Lenz%20de%20Macedo">Alto &amp; Bom Som</a> (<a href="http://blogdodadomacedo.blogspot.com/">Eduardo Lenz de Macedo</a>)</p>
<p dir="ltr">2009 &#8211; <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5082379&amp;sid=89581934211517510462335632&amp;k5=256F561F&amp;uid=">A Nós, O Clube dos Descontentes</a> (<a href="http://gringsmemorabilia.blogspot.com/">Márcio Grings</a>)</p>
</div>
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		<title>Rinoceronte e Macaco Bong é peso!</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 22:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvanad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi uma noite de peso, sim, a de sábado, dia 26, no Macondo Lugar. Rinoceronte e Macaco Bong fizeram uma sonzera histórica na oitava edição do Macondo Circus 2011. Voltando da turnê pelo nordeste, centro oeste e São Paulo, realizada em novembro, a Rinoceronte chegou embalada para tocar em Santa Maria. Com a atual formação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi uma noite de peso, sim, a de sábado, dia 26, no Macondo Lugar. Rinoceronte e Macaco Bong fizeram uma sonzera histórica na oitava edição do Macondo Circus 2011.</p>
<div id="attachment_140" class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/20111127_0208192.jpg"><img class="size-full wp-image-140  " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/20111127_0208192.jpg" alt="" width="432" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Noronha, Luis Henrique Alemão e Vinicus Brum formam o power trio Rinoceronte.</p></div>
<p>Voltando da turnê pelo nordeste, centro oeste e São Paulo, realizada em novembro, a <a href="http://rinoceronterock.tnb.art.br/">Rinoceronte</a> chegou embalada para tocar em Santa Maria. Com a atual formação, é a terceira vez consecutiva que a Rinoceronte participa do Festival. Em 2009, a banda tocou na <a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2009/coletiva-rinoceronte/">Praça Saldanha Marinho</a> e em 2010, <a href="http://www.macondocircus.com/2010/?p=1125">na Gare da Estação Férrea</a>.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-141" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/alemão-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>O show no  Macondo Circus foi aberto com a música &#8220;Montanha&#8221;, do já bem conhecido trabalho &#8220;Nasceu&#8221;, sempre celebrado e cantado pelo público local. &#8221;Futurista&#8221; e &#8220;Qualquer Lugar&#8221; foram as novas composições tocadas; elas deverão fazer parte do novo CD que a Rinoceronte está preparando para 2012.</p>
<p>Enquanto isso, a banda circula. No dia 15 de dezembro, o primeiro show internacional da Rino será na capital uruguaia, no Teatro do Verano, onde o trio vai tocar no <a href="http://www.facebook.com/events/276745519032668/">Montevideo Nelson Fest</a>, ao lado da banda da casa La Triple Nelson e da banda Molo (Chile). A  expectativa, segundo o baixista da Rino, Vinicius Brum, é de um público de cinco mil pessoas.</p>
<div>
<div>
<p><strong>Hipnótico e eletrizante</strong></p>
<p>A hipnose sonora já tinha ocorrido em <a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2009/coletiva-macaco-bong/">2009</a>, num ambiente totalmente aberto e mais dispersivo: a Praça Saldanha Marinho. Desta vez, a experiência hipnótica provocada pela Macaco Bong foi diferente, mais intimista e próxima, com olhos e ouvidos concentrados no palco do Macondo Lugar.  Kayapy (guitarra), Ynaiã (bateria) e Ney Hugo (baixo) justificaram o porquê de serem uma das bandas mais importantes do cenário da música independente do País. O show foi eletrizado pelas canções do primeiro CD &#8220;Artista igual pedreiro&#8221; e pelo EP &#8220;Verdão e Verdinho&#8221;, tudo disponível para audição e download no <a href="http://macacobong.tnb.art.br/">Portal Toque no Brasil</a>.</p>
</div>
</div>
<div>
<div id="attachment_143" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/macaco-palco.jpg"><img class="size-full wp-image-143" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/macaco-palco.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Macaco Bong pela segunda vez participando do Festival.</p></div>
</div>
<p>Em matéria publicada nesta semana pelo<a href="http://oglobo.globo.com/infograficos/novas-bandas/"> jornal O Globo</a>, a Macaco Bong figura como uma das bandas pertencentes ao roll da nova música brasileira de 2011. Apenas um reconhecimento da imprensa oficial a um trabalho que começou lá em 2005 e que vem sendo divulgado na internet e em festivais independentes há algum tempo. No texto do jornal, a banda define seu estilo assim: &#8220;Laboratório de música com forte inclinação para o rock erótico instrumental&#8221;.  E foi neste laboratório musical que público e banda compartilharam experiências no show do Macondo Circus 2011. &#8221;Foi uma outra experiência tocar aqui no bar&#8221;, confirmou o baterista Inaiã após o show ao relembrar a apresentação realizada na Praça, em 2010.</p>
<p>A banda &#8211; formada em Cuiabá (MT) mas agora morando em São Paulo &#8211; faz um descanso em dezembro para em janeiro de 2012 começar a gravar o segundo CD, além de shows previstos em países da América Latina e também Europa. &#8220;2012 já está quase todo comprometido&#8221;, revela Inaiã, sem tom de lamento, claro.</p>
<div id="attachment_144" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/macaco-fogo.jpg"><img class="size-full wp-image-144 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/macaco-fogo.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Trio de rock instrumental está preparando o segundo CD da carreira.</p></div>
<div><strong>Texto</strong>: Silvana Dalmaso</div>
<div><strong>Fotos</strong>: Denis Carrion</div>
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		<title>Stand up, música e performances cômicas no Cabaré</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 23:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvanad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cabaré PFE é assim. Diversificado em suas linguagens, cheio de surpresinhas, e espaço de aproximação entre artistas e não artistas, entre espectador e arte. No dia 25 de novembro, diferentes performances artísticas foram apresentadas ao público que foi até o Espaço Cultural Victorio Faccin, o TUI. A ação fez parte da programação do Festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cabaré PFE é assim. Diversificado em suas linguagens, cheio de surpresinhas, e espaço de aproximação entre artistas e não artistas, entre espectador e arte.</p>
<p>No dia 25 de novembro, diferentes performances artísticas foram apresentadas ao público que foi até o Espaço Cultural Victorio Faccin, o TUI. A ação fez parte da programação do Festival de Artes Integradas Macondo Circus 2011.</p>
<p>Os quadros musicais ficaram por conta de &#8220;Rosaura dama do violão&#8221; e &#8220;trio Kabuletê&#8221;, que intercalou as atrações, tocando músicas de Vinicius de Moraes. A apresentação das atrações foi feita por Xisto e Firmina &#8211; os velhinhos de Silveira Martins,  interpretados por Anderson Martins e Luise Scherer &#8211; e pela afetada, mau humorada e divertida Eleonora, personagem de Isis Peres.</p>
<div id="attachment_124" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/cabaré1.jpg"><img class="size-full wp-image-124" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/cabaré1.jpg" alt="" width="340" height="512" /></a><p class="wp-caption-text">Xisto, Eleonora e Firmina: os apresentadores do Cabaré</p></div>
<p>Além das interpretações e teatralidade dos apresentadores, o gênero <em>stand up comedy</em> também foi representado no Cabaré. Lucas Hoffmann, que já tinha participado de uma das edições do evento, divertiu a platéia com piadas e situações cômicas do cotidiano, característicos do stand up, também chamado &#8220;humor de cara limpa&#8221; por não utilizar cenário, acessórios, personagens ou outros recursos teatrais.</p>
<div id="attachment_125" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/lucas.jpg"><img class="size-full wp-image-125  " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/lucas.jpg" alt="" width="224" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Stand up comedy, por Lucas Hoffmann</p></div>
<p>Lucimara e Rodaida, as fashionistas gaúchas, apresentaram o Galpão Fashion, comentando sobre &#8220;cobertura colaborativa&#8221;, &#8220;atualizações do Facebook&#8221;, sobre o  &#8221;Twitter &#8211; que tem como símbolo um quero-quero&#8221; e demais tendências do mundo da moda gaudéria.</p>
<div id="attachment_126" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_0460.jpg"><img class="size-full wp-image-126" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_0460.jpg" alt="" width="340" height="512" /></a><p class="wp-caption-text">Lucimara e Rodaida falando de &quot;cobertura colaborativa&quot; no Galpão Fashion.</p></div>
<p>O Cabaré é uma ação nacional do <a href="http://palco.foradoeixo.org.br/">Palco Fora do Eixo</a> e produzido, em Santa Maria, pelo Cenário Coletivo. Para Luise Scherer, uma das organizadoras, o objetivo do Cabaré é promover o encontro entre artistas que não costumam trabalhar juntos. &#8220;É um espaço para todo mundo poder mostrar o que anda fazendo&#8221;.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/XDxE6_3ScqQ?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Texto:</strong> Silvana Dalmaso</p>
<p><strong>Fotos:</strong> Laura Couto</p>
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		<title>Singela e bonitinha</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 18:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Belnhak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Macondo Circus recebeu, na segunda noite, um show que mostrou porque aquela banda, que veio lá do interior do Paraná, levou prêmios e circulou tanto pelo país em 2011. Nevilton, um grude. A casa não estava cheia, mas, ainda assim, o fôlego para o show surpreendia.  Em pouco mais de uma hora, Nevilton de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Macondo Circus recebeu, na segunda noite, um show que mostrou porque aquela banda, que veio lá do interior do Paraná, levou prêmios e circulou tanto pelo país em 2011. <a href="http://www.nevilton.com.br">Nevilton</a>, um grude.</p>
<p>A casa não estava cheia, mas, ainda assim, o fôlego para o show surpreendia.  Em pouco mais de uma hora, Nevilton de Alencar e seus fiéis companheiros, Tiago “Lobão” (baixo) e Éder Chapolla (bateria), desfilaram no palco no Macondo Lugar músicas que estão no EP Pressuposto (2010) e no álbum De Verdade, lançado esse ano.</p>
<p>Nevilton é grude: tem o rock’n’roll de chachoalhar as pernas, a humildade do indie dos anos 90, o gás do <em>eletro-rock</em> revisitado no nosso tempo. Essa sutileza de influências não poderia dar em outra se não em alegria, em vontade de quero mais e numa (saudável) dor de cabeça no dia seguinte.</p>
<div id="attachment_119" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/MG_7971.jpg"><img class="size-large wp-image-119  " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/MG_7971-1024x682.jpg" alt="" width="553" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Nevilton. Foto: Cacau Rocha</p></div>
<p>O show já se encaminhava para o fim quando Nevilton e sua guitarra invadiram o espaço reservado para o público, pirando o técnico de som, vencendo ao limite do cabo e chegando ainda mais perto que de quem estava ali, despretensiosamente, a dançar na casa verde.</p>
<p>Quinta-feira, 24, uma noite singela e bonitinha no Macondo Circus 2011. Nevilton, uma banda que gruda, de verdade, e promete voltar!</p>
<p>Confira, no vídeo abaixo, o que rolou nos bastidores do Macondo Circus com Nevilton, Jaloux e Seu Bené (as duas últimas tocaram na sexta-feira, 25).</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/n1av_UsFj2g?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Após passar por Santa Maria, a Nevilton seguiu para uma pequena turnê pelo sul, passando por Pelotas (25), Santa Cruz do Sul (26), Erechim (27) e Porto Alegre (28).</p>
<p><strong>Texto:</strong> Gabriela Belnhak</p>
<p><strong>Fotos:</strong> Cacau Rocha</p>
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		<title>Produção audiovisual em debate no Observatório CdC</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 21:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvanad</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>São tantos os temas que perpassam a produção audiovisual que duas horas de debate podem não ser suficientes. Ainda assim, os convidados do Observatório CdC Fora do Eixo cumpriram com o objetivo proposto, discutindo produção, distribuição, acesso, formação e sustentabilidade referentes à cadeia produtiva do audiovisual em Santa Maria e no RS. O encontro, ocorrido na quinta-feira à noite, no Museu Treze de Maio, reuniu professores, cineclubistas e realizadores de Santa Maria. A atividade fez parte da programação da 2ª Semana do Audiovisual (SEDA), um projeto nacional da frente Clube de Cinema do Circuito Fora do Eixo, e do Festival Macondo Circus.</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011.jpg"><img class="size-full wp-image-128 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Diretores, realizadores e cineclubistas participaram do debate sobre produção audiovisual na cidade e região.</p></div>
<p>Presentes ao debate estavam o professor e secretário geral do Conselho Nacional de Cineclubes, Gilvan Dockhorn, o produtor e realizador Álvaro de Carvalho Neto, o diretor e professor universitário Luis Carlos Grassi, a professora da Unifra, Patrícia Iuva, a jornalista Juliana Machado, o jornalista Daniel Pahim e os realizadores Fabrício Koltermann e Matheus Toledo.</p>
<div id="attachment_129" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011-5.jpg"><img class="size-full wp-image-129 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011-5.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Luis C. Grassi, a professora da Unifra, Pati Iuva e o estudante e também realizador, Matheus Toledo.</p></div>
<p>A formação de profissionais do área de audiovisual foi um dos assuntos debatidos. A professora de Publicidade e Propaganda da Unifra, Patrícia Iuva, comentou que os alunos se envolvem com produção de vídeos na Faculdade chegando a desenvolver até três ou quatro curtas por semestre. O problema é que não há uma continuidade de produção por parte dos estudantes depois de formados. São poucos os que seguem trabalhando com audiovisual depois de saírem das faculdade.  Estudante da Unifra e diretor do curta &#8220;Ares de Inverno&#8221;, desenvolvido junto ao Laboratório de Produção Audiovisual da Unifra, Matheus Toledo relatou sua experiência na produção do curta e agora na divulgação e distribuição do trabalho. &#8220;Estou indo nas locadoras e vendo estratégias de distribuição do curta porque quero que as pessoas assistam, tenham acesso ao filme&#8221;.</p>
<p>Como alternativas de circulação e divulgação de filmes, foram citadas ainda as redes de TV locais como TV Câmara e TV Santa Maria.</p>
<p>Um dos pontos de consenso entre os participantes do Observatório foi o de que é importante que os cursos universitários que trabalham com audiovisual em seus currículos estimulem, além da prática, o conhecimento e o debate sobre leis de incentivo à cultura, editais e outros aspectos relacionados à sustentabilidade e políticas públicas de fomento à produção.</p>
<p>Álvaro de Carvalho Neto, produtor do longa santa-mariense Manhã Transfigurada, relatou também as dificuldades de distribuição de um filme. Além do alto custo para fazer o filme circular, existe, conforme Neto, preconceito dos distribuidores do eixo Rio-São Paulo com produções gaúchas. Álvaro ainda destacou a importância dos realizadores tomarem conhecimento dos editais e leis de incentivo à cultura como caminhos para fomentar a produção local.</p>
<p>No final do debate, Álvaro comentou a importância da viabilização da Film Commission em Santa Maria, para atrair investimentos em iniciativas locais que aproveitem  profissionais do audiovisual na cidade, barateando custos de produção. Além disso, Luis Carlos Grassi falou da proposta de alteração na estrutura do Conselho Municipal de Cultura que atualmente não contempla a área de cinema.</p>
<div id="attachment_130" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011-8.jpg"><img class="size-full wp-image-130 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/SedaSM2011-MacondoCircus2011-8.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Observatório CdC FDE ocorreu no Museu Treze de Maio, dentro da programação da Seda Santa Maria.</p></div>
<p><strong>Texto:</strong> Silvana Dalmaso</p>
<p><strong>Fotos:</strong> Marcelo Cabala</p>
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		<title>Escrevendo com luzes e notas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 02:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macondocircus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas tardes de quarta e quinta-feira, a Casa de Cultura foi palco da oficina de cobertura fotográfica de shows, ministrada pelo publicitário e fotógrafo Fabiano Dallmeyer. Entre apresentação de lentes, dicas sobre a regra de terços e histórias sobre suas experiências, Fabiano apresentou um checklist abrangendo pontos técnicos e mais profissionais da fotografia em shows, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 198px"><img class=" " src="https://lh4.googleusercontent.com/-hCij5J_ubCg/Ts77CVd0j-I/AAAAAAAAAY4/DCwIE1rOmtc/s512/IMG_0072.JPG" alt="" width="188" height="251" /><p class="wp-caption-text">Fabiano Dallmayer comentou as fotos de alguns presentes, feitas durante o show da Jack of Hearts na noite anterior.</p></div>
<p>Nas tardes de quarta e quinta-feira, a Casa de Cultura foi palco da oficina de cobertura fotográfica de shows, ministrada pelo publicitário e fotógrafo Fabiano Dallmeyer. Entre apresentação de lentes, dicas sobre a regra de terços e histórias sobre suas experiências, Fabiano apresentou um <em>checklist</em> abrangendo pontos técnicos e mais profissionais da fotografia em shows, como cuidados com a iluminação e até autorização para registro de imagens.</p>
<p>À noite, Fabiano colocou a turma para pôr em prática o que aprenderam durante o show da <a href="http://www.jackofheartsband.blogspot.com/">Jack Of Hearts</a> no <a href="http://www.theatro13maio.com.br/site/index.asp" target="_blank">Theatro Treze de Maio</a>. A tarefa não parou por aí: cada um tinha de mandar três fotos para que ele comentasse erros e acertos no encerramento da oficina.</p>
<p>Quinta-feira, depois de encerrar seu trabalho, o maior ensinamento que ficou foi: fotografias contam histórias e, no caso do tema da oficina em específico, elas têm uma trilha sonora bem específica. Se olhos e ouvidos do fotógrafo estiverem em sintonia, quem olhar as fotos depois, mesmo que no silêncio, poderá ouvir a melodia ali retratada.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/cAU3Sr6gGa4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Texto e foto:</strong> Biba Campos</p>
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		<title>Nas esquinas de Santa Maria</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 00:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Belnhak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Texto]]></category>
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		<description><![CDATA[Por volta das 22h de quarta-feira, 23, desembarcaram em Santa Maria três rapazes eufóricos, doidos por uma cama, mas felizes por estarem no extremo estado da região sul novamente. A última vez que a Nevilton passou pelo Rio Grande do Sul era novembro de 2008, no Gig Rock VI, em Porto Alegre. Hoje foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por volta das 22h de quarta-feira, 23, desembarcaram em Santa Maria três rapazes eufóricos, doidos por uma cama, mas felizes por estarem no extremo estado da região sul novamente. A última vez que a Nevilton passou pelo Rio Grande do Sul era novembro de 2008, no Gig Rock VI, em Porto Alegre.</p>
<p>Hoje foi o dia de a Medialunas e a Hangovers apontarem direto para Santa Maria. Depois de quatro longas e sonolentas horas chegaram na cidade, doidos por uma cerveja. E então, as bandas da noite se encontraram, brindaram a acolhida e o Macondo Circus.</p>
<div id="attachment_112" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/MG_7764.jpg"><img class="size-large wp-image-112 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/MG_7764-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Passagem de som Medialunas. Foto: Cacau Rocha</p></div>
<p>Na passagem de som, que ocorreu das 18h às 20h, as bandas deram uma prévia do que vai rolar daqui a pouco no Macondo Lugar, a partir das 23h. Instrumentos afinados e timbrados, janta e, na sequência, é o rock do sul que toma conta.</p>
<p>Nos vemos na casa verde logo mais?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pinhole: arte, paixão e técnica</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 22:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Nunes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
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		<description><![CDATA[Na terça-feira, dia 22, a oficina de Pinhole teve seu segundo dia de atividades e melhor ainda, com sol.  A chuva de segunda-feira não chegou a atrapalhar o desempenho dos participantes, mas limitou a circulação.  Foi bacana ver o grupo explorando os mais diversos espaços do campus da UFSM atrás de  imagens. O interesse pela fotografia em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na terça-feira, dia 22, a oficina de <strong>Pinhole</strong> teve seu segundo dia de atividades e melhor ainda, com sol.  A chuva de segunda-feira não chegou a atrapalhar o desempenho dos participantes, mas limitou a circulação.  Foi bacana ver o grupo explorando os mais diversos espaços do campus da <strong>UFSM</strong> atrás de  imagens. O interesse pela fotografia em sua forma mais rústica não tem nada a ver com uma nostalgia, mas ao contrário, gera possibilidades de treinar o olhar aliada à criatividade e sensibilidade ao se relacionar com a lata.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_08951.jpg"><img class="size-medium wp-image-106 aligncenter" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_08951-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_0903.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-107" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_0903-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>O interesse pela fotografia em sua forma mais &#8216;antiga&#8217; não tem nada a ver com uma nostalgia em relação à tecnologia, visto que todos conhecem os meios tecnológicos de fazer imagens, mas ao contrário, gera possibilidades de treinar o olhar junto com a criatividade e sensibilidade. Para um dos oficinandos,  Denis Carrion, a pinhole se mostrou quase que como uma terapia, já que tem que se ter muita atenção e paciência na hora de fazer a fotografia e revela-lá no laboratório.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_09471.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-109" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/100_09471-1024x768.jpg" alt="" width="568" height="426" /></a></p>
<p>Engana-se quem acha que a oficina terminou. A turma de oficineiros e oficinandos aceitou o desafio de fotografar pela primeira vez um show,  no caso, da banda <strong>Jack of  Hearts</strong> na abertura do <strong>Macondo Circus</strong> no <strong>Theatro Treze de Maio</strong> nessa quarta-feira.</p>
<p>O resultado da oficina poderá ser conferido no encerramento do festival na exposição fotográfica  &#8221;Pinhole &#8211; Projeto na Lata&#8221; a partir das 23h do sábado no<strong> Macondo Lugar</strong>.  E no domingo a intenção é fotografar os shows na Concha Acústica.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atmosfera de Subsolo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvanad</dc:creator>
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		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Boteco do Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[João Pirolla]]></category>

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		<description><![CDATA[O subterrâneo, o subsolo, o submundo. É na atmosfera sombria e soturna destes ambientes que estão inseridos os personagens das ilustrações do artista gráfico João Pirolla, 30 anos. A exposição foi aberta ontem, no Boteco do Rosário, e faz parte da programação do Festival Macondo Circus 2011. As ilustrações, feitas com a técnica aquarela e nanquim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O subterrâneo, o subsolo, o submundo. É na atmosfera sombria e soturna destes ambientes que estão inseridos os personagens das ilustrações do artista gráfico <a href="http://www.flickr.com/photos/jpirolla">João Pirolla</a>, 30 anos. A <a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/2011/11/18/subsolo-o-underground-no-macondo-circus-2011/">exposição</a> foi aberta ontem, no Boteco do Rosário, e faz parte da programação do Festival Macondo Circus 2011.</p>
<div id="attachment_103" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_02411.jpg"><img class="size-large wp-image-103 " src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_02411-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Subsolo. Foto: Laura Couto</p></div>
<p>As ilustrações, feitas com a técnica aquarela e nanquim, mostram pessoas envoltas na atmosfera da boemia, do underground, da rua. Referências que, conforme João, vem da sua própria vivência em São Paulo. &#8220;Curto muito a rua, o bar, a noite e gosto de observar e desenhar as pessoas nesses ambientes&#8221;. A referência a filmes de <em>western</em> também está presente no trabalho, revelando a admiração do artista pelo gênero.</p>
<div id="attachment_102" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_0265.jpg"><img class="size-medium wp-image-102" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/DSC_0265-300x199.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">João Pirolla. Foto: Laura Couto</p></div>
<p>O paulista João Pirolla é o autor da arte do Festival Macondo Circus 2011.  É a primeira vez que o artista elabora uma ilustração para um Festival de Artes Integradas.  &#8221;Sempre quis participar do Macondo Circus e hoje estou expondo trabalhos no Festival. Isso é muito legal&#8221;.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/ilustração-João.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-100" src="http://www.macondocircus.com/edicao/2011/files/2011/11/ilustração-João.jpg" alt="" width="512" height="397" /></a></p>
<p>&#8220;Subsolo&#8221; &#8211; nome  inspirado no livro Notas do Subsolo ou Notas do Subterrâneo do escritor russo <a title="Fiódor Dostoiévski" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski">Fiódor Dostoiévski</a> - está exposta no Boteco do Rosário até o dia 27 de novembro. O bar abre às 20h.</p>
<p><strong>Texto:</strong> Silvana Dalmaso</p>
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