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Design e Rock ‘n’ Roll

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

É difícil descrever o show da banda Black Drawing Chalks. Alucinante, louco, apaixonante, talvez? Bom, de qualquer forma, não vale a pena descrever, o que vale a pena mesmo é assistir e sentir a energia e o talento dos caras. Portanto, se você perdeu o show, meu caro, eu sinto muito, mas pelo menos você pode dar uma conferida aqui:

Quer conhecer melhor a banda? Bem, a Black Drawing Chalks foi formada em 2005, em Goiânia, por cinco garotos apaixonados por bebida, mulher e, é claro, Rock ‘n’ Roll. Desse tempo para cá, eles criaram um som muito diferente do que costumamos ouvir de bandas de Rock brasileiro: é pesado mas é dançante, tem solos de guitarra fantásticos e batida rápida na bateria, o baixo se destaca como base para o ritmo da música… É incrível. Resultado:sucesso, já fizeram turnê no Canadá no início deste ano, concorreram à “aposta MTV” e “videoclipe do ano”(com My Favorite Way) no VMB 2009 e participaram de vários festivais de Rock.

Além da banda, o bateirista Douglas e o vocalista e guitarrista Victor têm um estúdio de design em Goiânia, o Bicicleta Sem Freio, que, aliás, também faz muito sucesso no universo do Rock ‘n’ Roll brasileiro. Eles já desenvolveram trabalhos para várias bandas, como Pata de Elefante, Rinoceronte, Macaco Bong, e também para o blog da MTV e capa da revista Noize. “A gente passa a vida inteira se divertindo, porque a gente se diverte bastante com a Bicicleta Sem Freio e se diverte bastante com a banda”, conta Douglas na entrevista coletiva em que eles tomaram o microfone e falaram o que tinham vontade, e com muito bom humor. Para conhecer melhor esses caras que sabem se divertir, veja a coletiva na íntegra:

Dinartes: horrorshow

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Vindos de Passo Fundo, os Dinartes mostraram a irreverência do seu rock que bebe do copo do moloko britânico. O trio começou a tocar a ultraviolência em 2005 e já tem três discos arremessados. Dois deles podem ser baixados no perfil da banda no TramaVirtual. Momentos antes de abrir os trabalhos na última noite do Macondo Circus, os druguis disseram porque optaram por se apresentar de branco com botas e chapéus pretos ao invés de usarem os tradicionais terninhos pretos.

No video abaixo, a banda executa a música “Minha Amiga”, primeira faixa do seu mais recente lançamento. Recomendamos também que assista ao clipe da balada “Clubinho”.

Conheça a Dead Lover’s Twisted Hearts

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Música de qualidade, letras divertidas e carisma mineiro: eis a Dead Lover’s Twisted Hearts, terceira banda a tocar sábado no Macondo Circus. O sol ainda fervia a praça Saldanha Marinho quando eles se apresentaram e fizeram o público bater os pés, balançar a cabeça e se animar um bocado. Duvida? Assista o vídeo do show a seguir então:

Para quem curtiu o som da Dead Lover’s e quer conhecer um pouquinho melhor os mineiros, segue a coletiva que fizemos com a banda.

uma banda pelo show de proyecto gomez

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A fim de assistir um pouco do show, mas sem deixar que isso se tornasse um empecilho para continuar trabalhando, Maurício Canterle, um dos nossos editores, registrou sua saída da frente dos computadores. Em seu passeio até um dos shows mais geniais do Macondo Circus, Canterle gravou o que via pela frente, sem cortes. Assista aí e preste bem atenção. Você pode aparecer nele.

Zefirina bombando

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O show da banda Zefirina Bomba fez a galera que estava assistindo ao show balançar a cabeça e fazer roda punk como se não houvesse amanhã.

A banda paraibana, de João Pessoa, faz um som que mistura surf music com punk e hardcore através de um baixo distorcido, uma bateria forte e uma “viola noise” eletrificada. Confira aí o show deles no Macondo Circus!

Proyecto Gomez encerra o Macondo Circus na praça

sábado, 5 de dezembro de 2009

Foto: Pedro Krum

Pessoal hipnotizado com o som de Rodrigo Gomez.

A atração internacional do Macondo Circus reuniu o público no centro da concha acústica da praça, tanto pelo som diferente quanto por chamar a atenção mesmo. Foi a Proyecto Gomez, banda solo do músico argentino Rodrigo Gomez. Sozinho, ele toca bateria e guitarra, canta e, com auxílio de uma mesa de som, grava tudo ao vivo e reproduz. Pode parecer impossível tanto trabalho para apenas uma pessoa, mas hoje Rodrigo provou que é possível sim, e melhor: soa muito bem!

Foto: Fernanda Bona

Rodrigo na guitarra.

Foto: Pedro Krum

Rodrigo na bateria.

Quem assistia ao verdadeiro espetáculo aplaudiu e se impressionou com o talento do músico. Os elementos das canções aparecem e desaparecem ao longo do tempo através da sobreposição de camadas de cada um. Assim, ele procura construir e desconstruir suas músicas, gravando cada barulho, nota e som instantaneamente.

Desde 2002, Rodrigo Gomez já gravou quatro álbuns: “Proyecto Gómez” (2002), “Doble” (2003), “Veremos” (2004) e o último, “Básico”, lançado este ano. Confira mais informações sobre o projeto no myspace do músico.

O som eletrônico experimental é bastante diferente do que o público do Macondo Circus estava acostumado a ouvir, mas foi ótimo justamente para o pessoal conhecer um gênero e uma forma de fazer música, e, de quebra, agradou a galera, que aplaudiu o músico efusivamente no final.

Mas, não fique triste, o Macondo Circus ainda não acabou! Daqui a pouco o show continua no Macondo Lugar com as bandas Dinartes (de Passo Fundo), Black Drawing Chalks (Goiânia) e Pata de Elefante (Porto Alegre)!

Texto: Gabriela Loureiro

Eles acreditam no hype

sábado, 5 de dezembro de 2009

Foto: Lucas Figueiredo

Dead Lover’s Twisted Heart no palco do Macondo Circus.

A terceira banda do último dia de Macondo Circus animou a galera que estava na praça. Foi a Dead Lover’s Twisted Hearts, de Belo Horizonte. Eles tocam o que poderia se chamar de “folk pauleira”, uma mistura de punk, rockabilly, indie e, é claro, folk. O baixista Velvs e o guitarrista Ivan revezam o vocal enquanto o guitarrista Guto se ocupa de solos caprichados. E a bateria? Fica a cargo de Pati. Sim, Pati, A baterista, característica chamativa super sublinhada no myspace da banda.

Foto: Lucas Figueiredo

A mulher por trás da bateria

O nome da banda é o título de uma música do cantor norte americano Daniel Johnson. Outras influências da banda são Bob Dylan, Ramones, Franz Ferdinand e Yeah Yeah Yeahs.

Além de tocar um som de  qualidade e agitado, as letras da banda, em inglês, são curiosas. Principalmente “Hey Babe Have You Ever Been In Hell?” e “All night long“.

Depois do show, eles nos conversaram um pouco com a gente sobre a história da banda e a oportunidade de vir de tão longe tocar em um festival no Rio Grande do Sul (pela primeira vez) com muito bom humor e simpatia, como já era de se esperar dos mineiros. Confira em breve a entrevista!

Texto: Gabriela Loureiro

Superguidis encerra a terceira noite do Macondo Circus

sábado, 5 de dezembro de 2009

Acabou de descer do palco a banda  Superguidis, que tocou principalmente músicas de seu último álbum, “A amarga sinfonia do superstar“, de 2007. Também subiu ao palco para cantar o vocalista da banda Zeferina Bomba logo no começo do show.

Já no final, o público ficou mais empolgado com as músicas do primeiro álbum da banda, também chamado Superguidis, principalmente com “Manual de instruções”, “Raio que o parta”, “Bolo de casamento” e “Malevolosidade”, que encerrou o show.

Foto: Marcelo De Franceschi

“Nossas músicas são sempre iguais, né?” (Andrio Maquenzi)

Entre uma música e outra, o vocalista Andrio Maquenzi e o guitarrista Lucas Pocamacha faziam piadas para entreter o pessoal. No final, agradeceram ao Macondo e ao público, comentando que “foi o show mais divertido e avacalhado que já fizemos”.

Texto: Gabriela Loureiro e Luciana Rosa

Para dançar em roda e cantar junto

sábado, 5 de dezembro de 2009

O show mais esperado do dia agitou a praça. A banda Móveis Coloniais de Acaju fez o público pular, cantar, saracotear, brincar de ciranda e curtir ao máximo o som dos brasilienses. Da primeira à última música, a banda manteu o ritmo e a animação do público.

O público santa mariense ficou visivelmente encantado com um show tão energético e animado em plena praça pública. Mas a surpresa não foi só nossa. Logo no começo do show, o vocalista André Gonzáles já anunciou que era o primeiro show que a banda fazia em uma praça. Que honra hein, Santa Maria?

Foto: Pedro Krum

A música mais entoada pelo público foi “O tempo”, do último álbum da Móveis, “Complete”.

Com dois saxofones, um trompete, um teclado, uma bateria, uma guitarra, uma flauta e um vozeirão, os oito integrantes fazem um som nunca antes visto, misturando rock e ska a ritmos brasileiros e do leste europeu. A música é indiscutivelmente magnífica, mas o que mais chama a atenção no show é a energia da banda, e quando digo banda, quero dizer a banda inteira. Todos dançam, saltitam de um lado para outro, interagem com o público, batem palma e, principalmente, tocam com toda a vontade. É fácil perceber quando alguém ama o que faz e se entrega totalmente à música.

Foto: Pedro Krum

O entrosamento e animação dos integrantes da Móveis

A Móveis Coloniais de Acaju deixaria qualquer líder de torcida no chinelo. Os integrantes dominam muito bem a arte de animar o público, e, como se não fosse o bastante, de uma forma criativa. No embalo da banda, quem assistia ao show desceu até o chão, cantou “lalaia laia”, bateu palma, acendeu isqueiros e fez uma ciranda gigantesca no meio da praça, junto com André, os saxofonistas Esdras Nogueira e Paulo Rogério e o trombonista Xande Bursztyn.

Foto: Marcelo De Franceschi

Pessoal animado dançando em roda com a banda.

Xande aproveitou o show para avisar o público que todas as músicas da banda estão disponíveis para download grátis no site da banda, afinal, eles acreditam em música livre.

No final do show, entre solos geniais de guitarra, saxofone e trombone, o público cantou junto com a banda e, depois de pedidos incisivos de bis, a banda tocou a última música e agradeceu à plateia de coração.

Texto: Gabriela Loureiro

Coletiva Rinoceronte

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Uma das bandas mais pretigiadas de Santa Maria, a Rinoceronte foi a terceira atração a tocar na praça Saldanha Marinho nesta quinta-feira. Enquanto a banda tocava seu forte som, a noite baixou sobre a praça, mas nem o escuro do anoitecer foi capaz de afastar o público do local.

Confira um trecho do show da banda e a entrevista concedida logo após a apresentação.